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Desenvolvimento sustentável

O secretário de Turismo, Flávio Agustini (Flavinho), e a diretora desta pasta administrativa, Ana Vieira, fizeram a apresentação de todo o trabalho. “Este projeto foi elaborado para ter prosseguimento, independente de qual grupo político esteja no comando da administração municipal”, disse Flavinho. “O que se pretende com este projeto é o desenvolvimento sustentável do turismo na Coxilha Rica, preservando-se o patrimônio histórico-cultural e ambiental da região. E com certeza se trata de projeto que irá alavancar, de uma vez por todas, o desenvolvimento sócio-econômico da Coxilha Rica, através do planejamento turístico. A região terá em breve um trecho de mais de 50 quilômetros de asfalto e isso irá impactar uma vasta área, precisando desta forma de planejamento da atividade turística e de preservação do patrimônio histórico-cultural-ambiental”, reitera o secretário.

Ana Vieira disse que o turismo chegou à Coxilha Rica muito antes do projeto que agora está sendo desenvolvido, por meio das cavalgadas, e que o “turismo espontâneo” já vem sendo praticado, isto é, as pessoas já vêm para esta região, especialmente no verão com destino ao Rio Pelotinhas. “É preciso planejar o Turismo de forma técnica, antecipando-se ao natural crescimento da região, mas isso só vai acontecer com o engajamento dos moradores da região. Serão os moradores que irão efetivamente dizer o que pode ser feito aqui em termos de exploração do potencial de infraestrutura de atendimento aos turistas”, falou Ana. “Aqui logo teremos uma estrada asfaltada e isso trará desenvolvimento, mas efetivamente vai atrair muita gente. Esta área da Coxilha Rica será a mais nova fronteira a ser visitada, primeiramente pelos próprios lageanos, aos finais de semana”, observa o procurador da República, Nazareno Wolff.

Já o fazendeiro Geraldo Vieira, proprietário de vasta área de terras, disse que não é contra o projeto de preservação do patrimônio histórico-cultural e tampouco do projeto que busca se desenvolver na Coxilha Rica, porém defende que haja concomitantemente investimentos e um maior planejamento nas áreas de infraestrutura rodoviária, de saúde e educação, basicamente. “Precisamos de estradas em condições de trafegabilidade, de boas escolas e de postos de saúde com médicos, assim como do Turismo para agregar valor às atividades econômicas da região, e assim segurar o homem no campo”, disse Vieira. Já o promotor Renee Braga explicou que a proteção do meio ambiente só se justifica pelo fator humano, para proteger as pessoas e com a opinião das pessoas.